O momento da atualização do termômetro missionário (https://missoesnacionais.org.br/blog/termometro-2026-para-que-todo-o-brasil-ouca/) pode ser muito mais do que a apresentação dos valores arrecadados. Ele também pode se tornar um precioso momento de mobilização, despertando a igreja para conhecer a realidade dos diferentes campos missionários alcançados por Missões Nacionais.
Ao apresentar cada novo selo, reserve alguns minutos para compartilhar informações sobre a respectiva ênfase da campanha. Fale sobre quem são essas pessoas, os desafios que enfrentam, como os missionários têm atuado para anunciar o evangelho e de que forma a igreja pode participar dessa missão. Conclua esse momento convidando a igreja a interceder especificamente por aquele campo missionário.
Pensando nisso, preparamos este material com textos de apoio para cada uma das oito ênfases da Campanha 2026. Eles reúnem um panorama do campo missionário, a atuação de Missões Nacionais, sugestões de participação da igreja, motivos de oração e uma frase de encerramento para inspirar e desafiar a congregação.
Os textos apresentados aqui são um resumo dos conteúdos da Revista da Campanha 2026. Para enriquecer ainda mais esse momento, recomendamos que o promotor acesse o site oficial da campanha e utilize os vídeos, testemunhos, notícias e demais materiais disponíveis sobre cada ênfase. Esses recursos complementarão a apresentação e ajudarão a igreja a conhecer ainda mais de perto a obra que Deus está realizando por meio de Missões Nacionais.
Assim, a cada avanço do termômetro, além de celebrar as ofertas recebidas, a igreja também ampliará sua visão missionária, compreenderá melhor a realidade do Brasil e renovará seu compromisso com a missão de fazer com que todo o Brasil ouça.
Momento do termômetro – Apresentando as Ênfases da Campanha
Textos de apoio para a apresentação dos selos do termômetro missionário (Revista da Campanha)
RIBEIRINHOS
Para que o evangelho chegue às margens dos rios
Quando pensamos na Amazônia, é comum imaginarmos rios imensos, uma floresta exuberante e uma natureza impressionante. Mas existe uma realidade que muitos brasileiros desconhecem: milhares de famílias vivem espalhadas pelas margens desses rios, em pequenas comunidades onde o barco é o principal meio de transporte e, muitas vezes, a única forma de acesso.
Para essas famílias, o rio é estrada, o caminho para o mercado, escola, fonte de alimento e ligação com o restante do mundo. Porém, em muitas dessas comunidades, ainda falta o mais importante: alguém que anuncie o evangelho de Jesus Cristo.
Ainda existem cerca de 37 mil comunidades ribeirinhas na Amazônia com acesso limitado ao evangelho. Muitas delas nunca tiveram uma igreja estabelecida. Outras recebem a visita de um missionário apenas algumas vezes por ano. Há famílias inteiras que vivem sem discipulado, sem estudos bíblicos e sem uma comunidade cristã próxima.
É justamente nesse cenário que Missões Nacionais desenvolve um dos seus trabalhos mais desafiadores: o Projeto Amazônia. Atualmente, cerca de 230 missionários servem nessa região, viajando por horas e, às vezes, dias e dias para chegar às comunidades mais distantes. Eles enfrentam longas viagens de barco, períodos longe da família, dificuldades de comunicação e infraestrutura limitada, mas seguem firmes porque sabem que cada pessoa precisa ouvir as Boas-Novas de Cristo.
Esses missionários não apenas pregam. Eles plantam igrejas, discipulam novos convertidos, treinam líderes locais e ajudam as comunidades a desenvolver uma fé sólida e duradoura.
Além da evangelização, Missões Nacionais também demonstra o amor de Cristo por meio de ações sociais. Um exemplo é o projeto Novo Sorriso da Amazônia, que leva atendimento odontológico a pessoas que dificilmente teriam acesso a esse tipo de cuidado. Assim, a igreja anuncia o evangelho tanto com palavras quanto com atitudes.
Cada oferta entregue durante esta campanha ajuda um barco a continuar navegando, um missionário a permanecer no campo e uma comunidade a ouvir sobre Jesus.
Como a igreja pode participar?
- Orando diariamente pelos missionários da Amazônia.
- Contribuindo financeiramente para a expansão do trabalho.
- Incentivando vocações missionárias.
- Compartilhando essa realidade com outras pessoas.
Motivos de oração
- Pela proteção dos missionários.
- Pelo fortalecimento espiritual das igrejas já plantadas.
- Para que novas comunidades sejam alcançadas.
- Pelo surgimento de líderes ribeirinhos.
“Enquanto houver uma comunidade às margens dos rios sem ouvir sobre Jesus, nossa missão continua.”
INDÍGENAS
Para que cada povo ouça em sua própria língua
O Brasil possui uma das maiores riquezas culturais do planeta. Segundo o Censo de 2022, existem 391 etnias indígenas e 295 línguas indígenas diferentes em nosso país. Cada povo possui sua própria história, tradições, costumes e forma de enxergar o mundo.
Quando olhamos para essa diversidade, entendemos que Deus ama cada um desses povos individualmente. Entretanto, muitos deles ainda não tiveram uma oportunidade real de conhecer Jesus.
A revista destaca que existem quase 100 povos indígenas não engajados, ou seja, povos que ainda não possuem uma presença evangélica suficiente para anunciar o evangelho ao próprio povo.
Levar o evangelho aos indígenas não significa destruir sua cultura ou substituir sua identidade. Pelo contrário. Significa apresentar Cristo de maneira respeitosa, aprendendo sua língua, compreendendo seus costumes e construindo relacionamentos de confiança.
Por isso, o trabalho missionário indígena exige preparo. Muitas vezes, o missionário precisa dedicar anos ao aprendizado da língua antes mesmo de começar a ensinar a Palavra de Deus.
Há 119 anos Missões Nacionais considera os povos indígenas uma prioridade missionária. Um dos trabalhos mais importantes desenvolvidos é a tradução das Escrituras para línguas indígenas. A revista destaca, por exemplo, a tradução da Bíblia para a língua Xerente, permitindo que esse povo leia a Palavra de Deus no idioma do seu coração.
Quando a Bíblia chega à língua de um povo, ela deixa de ser apenas um livro traduzido e passa a fazer parte da vida daquela comunidade.
Cada igreja pode participar desse desafio missionário.
Como podemos participar?
- Intercedendo pelos povos indígenas.
- Sustentando missionários que atuam nas aldeias.
- Incentivando vocacionados.
- Divulgando essa necessidade missionária.
Motivos de oração
- Pelos povos que ainda não ouviram o evangelho.
- Pelos tradutores da Bíblia.
- Pela proteção dos missionários.
- Para que novas igrejas sejam plantadas entre os povos indígenas.
“O evangelho não apaga identidades; ele redime histórias e transforma vidas.”
SERTANEJOS
Para que a esperança floresça no Sertão
Quando pensamos no Sertão nordestino, logo nos vêm à mente paisagens marcadas pela seca, pela vegetação característica e pela força de um povo que aprendeu a resistir às dificuldades da vida. O sertanejo é conhecido por sua hospitalidade, perseverança e fé. No entanto, por trás dessa riqueza cultural existe uma realidade que ainda desafia a igreja brasileira: milhares de pessoas continuam sem uma oportunidade consistente de ouvir o evangelho de Jesus Cristo.
Segundo o Censo de 2022, o Nordeste possui a menor proporção de evangélicos do país: 22,5% da população. Em muitas cidades, povoados e comunidades rurais ainda não existe uma igreja evangélica atuante. Isso significa que há famílias inteiras que crescem sem uma comunidade cristã próxima, sem discipulado e sem um testemunho constante do amor de Cristo.
Evangelizar o Sertão exige muito mais do que realizar visitas ocasionais. É necessário permanecer. Os missionários enfrentam grandes distâncias, estradas difíceis, escassez de recursos e, muitas vezes, o isolamento. Porém, é justamente pela presença constante que eles conquistam a confiança das pessoas, anunciam o evangelho, discipulam novos convertidos e formam líderes locais.
Reconhecendo essa necessidade, Missões Nacionais mantém cerca de 240 missionários atuando no Nordeste, muitos deles dedicados ao plantio de igrejas em regiões sertanejas. Cada igreja estabelecida torna-se um ponto de esperança, onde famílias encontram acolhimento, crianças aprendem a Palavra de Deus, jovens são discipulados e vidas são transformadas pelo evangelho.
O trabalho missionário no Sertão também demonstra que o evangelho transforma não apenas indivíduos, mas comunidades inteiras. Onde antes havia apenas solidão espiritual, nasce uma igreja comprometida com a proclamação do Reino de Deus. Onde havia desesperança, surge uma comunidade que vive e anuncia a esperança encontrada em Cristo.
Cada oferta entregue durante esta campanha ajuda missionários a permanecerem no campo, fortalece igrejas já plantadas e permite que novas comunidades sejam alcançadas.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelos missionários e suas famílias.
- Contribuindo para o plantio de novas igrejas.
- Incentivando vocações para servir no Sertão.
- Divulgando essa realidade missionária em sua igreja.
Motivos de oração
- Pela proteção e perseverança dos missionários.
- Pelo fortalecimento das igrejas já existentes.
- Para que novos líderes sejam formados.
- Para que cada povoado tenha acesso ao evangelho.
“Onde a terra parece seca, o evangelho faz brotar esperança. Enquanto houver um povoado sem conhecer Jesus, nossa missão continuará.”
SURDOS
Para que o evangelho seja visto, compreendido e recebido
Existe um campo missionário que está presente em praticamente todas as cidades do Brasil, mas que muitas vezes passa despercebido pela igreja. Estamos falando da comunidade surda.
Segundo a Revista da Campanha, o Brasil possui cerca de 9,7 milhões de surdos, porém menos de 1% deles se declara evangélico. Esse número revela uma das maiores fronteiras missionárias do nosso país. O problema não é a ausência de igrejas, mas a falta de acessibilidade à mensagem do evangelho.
Muitos surdos frequentam ambientes onde tudo acontece em português oral, uma língua que, para muitos deles, não é sua forma natural de comunicação. Sua primeira língua é a Libras – Língua Brasileira de Sinais. Sem alguém que comunique o evangelho nessa língua, grande parte deles permanece sem compreender plenamente a mensagem da salvação.
Evangelizar surdos vai muito além da presença de um intérprete durante o culto. Significa construir relacionamentos, discipular, ensinar a Palavra de Deus em Libras e reconhecer que a comunidade surda possui identidade e cultura próprias.
Há 26 anos, Missões Nacionais desenvolve o ministério Missões com Surdos, investindo na evangelização, formação de líderes, capacitação de intérpretes, produção de materiais bíblicos, discipulado e plantação de igrejas e ministérios em Libras. O objetivo é que cada surdo tenha acesso ao evangelho de forma clara, compreensível e transformadora.
Quando uma igreja aprende a acolher a comunidade surda, ela não está apenas ampliando sua acessibilidade. Ela está obedecendo ao chamado de Cristo para anunciar o evangelho a todos os povos, reconhecendo que a comunicação faz parte da missão.
Cada oferta desta campanha contribui para a formação de novos obreiros, para o fortalecimento desse ministério e para que mais surdos conheçam a Cristo em sua própria língua.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelos missionários que atuam entre os surdos.
- Incentivando membros da igreja a aprender Libras.
- Tornando a igreja mais acessível à comunidade surda.
- Sustentando projetos missionários voltados para esse campo.
Motivos de oração
- Para que mais surdos tenham acesso ao evangelho.
- Pela formação de novos intérpretes e missionários.
- Pelo fortalecimento das igrejas que trabalham com Libras.
- Para que famílias surdas sejam alcançadas e discipuladas.
“O Brasil só terá ouvido plenamente o evangelho quando cada surdo também puder compreendê-lo em sua própria língua. Que sejamos uma igreja comprometida em comunicar Cristo com amor, clareza e acessibilidade.”
IMIGRANTES
Para que as nações que chegam ao Brasil encontrem Cristo
Vivemos um momento único na história. Durante muitos anos, a igreja enviou missionários para as nações. Hoje, Deus também está trazendo as nações até nós.
O Brasil se tornou lar, refúgio e oportunidade de recomeço para milhares de pessoas vindas de diferentes partes do mundo. São famílias que deixaram seus países por causa de guerras, perseguições, crises econômicas, desastres naturais ou falta de perspectivas. Chegaram trazendo poucas bagagens, mas carregando muitas dores, sonhos e esperança de reconstruir a vida.
A Revista da Campanha informa que atualmente vivem no Brasil cerca de 2 milhões de imigrantes, refugiados e solicitantes de refúgio, provenientes de aproximadamente 200 nacionalidades. Entre eles estão haitianos, venezuelanos, bolivianos, sírios, africanos, árabes e pessoas vindas de países onde o evangelho enfrenta enormes barreiras.
Essa realidade representa um enorme desafio social, mas também uma extraordinária oportunidade missionária. Muitos chegam sem falar português, sem trabalho, sem moradia, sem amigos e sem conhecer a cultura brasileira. É justamente nesse momento de maior vulnerabilidade que a igreja pode demonstrar o amor de Cristo.
Missões Nacionais desenvolve diversos trabalhos entre imigrantes e refugiados. Um dos principais é a Vila Minha Pátria, localizada em Morungaba, interior de São Paulo. Mais do que um abrigo, esse projeto oferece dignidade e acolhimento. Em quatro anos de funcionamento, já recebeu mais de mil pessoas de 16 nacionalidades diferentes. Ali, famílias encontram moradia temporária, alimentação, aulas de português, orientação para documentação, apoio psicológico, discipulado e, principalmente, a mensagem do evangelho.
Esse ministério nos lembra que evangelizar nem sempre começa com um sermão. Muitas vezes começa com um abraço, uma refeição, uma palavra de acolhimento ou a ajuda para reconstruir uma vida.
Quando acolhemos quem chega ao nosso país, demonstramos o amor de Cristo e cumprimos nossa missão de fazer discípulos entre todas as nações.
Cada oferta desta campanha contribui para que mais famílias sejam acolhidas e conheçam o Salvador.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelos imigrantes e refugiados.
- Apoiando projetos de acolhimento.
- Recebendo estrangeiros com amor e respeito.
- Compartilhando o evangelho com aqueles que Deus trouxe para perto de nós.
Motivos de oração
- Pelas famílias que precisaram deixar seus países.
- Pela adaptação ao Brasil.
- Pelos missionários que trabalham com imigrantes.
- Para que muitos encontrem em Cristo um novo começo.
“Quando o mundo chega até nós, Deus está nos dando uma oportunidade de anunciar Jesus às nações sem sair do Brasil.”
CRIANÇAS EM VULNERABILIDADE
O futuro que precisa ouvir hoje
Quando olhamos para uma criança, enxergamos muito mais do que o presente. Enxergamos o futuro. Cada menino e cada menina carregam sonhos, potencial e uma vida inteira pela frente. No entanto, milhões de crianças brasileiras crescem em ambientes marcados pela pobreza, violência, abandono, abuso, insegurança alimentar e ausência de referências saudáveis.
Segundo os dados apresentados na Revista da Campanha, 28,8 milhões de crianças e adolescentes vivem privados de direitos básicos, como renda, educação, moradia adequada, saneamento, informação e proteção. Por trás desses números existem histórias reais de crianças que precisam de cuidado, esperança e da transformação que somente Cristo pode oferecer.
Muitas dessas crianças nunca ouviram uma história bíblica, nunca participaram de uma classe de Escola Bíblica, nunca tiveram alguém que orasse por elas ou lhes dissesse que Deus as ama. Crescem cercadas por situações que comprometem seu desenvolvimento físico, emocional e espiritual.
Por isso, alcançar crianças em vulnerabilidade é uma urgência missionária. Quando a igreja investe nelas, não está apenas ajudando uma criança; está transformando famílias, prevenindo futuros sofrimentos e alcançando toda uma geração.
Missões Nacionais atua nessa área por meio do Programa VIVER, que prepara igrejas para desenvolver ações preventivas e discipuladoras entre crianças e adolescentes. O programa fortalece vínculos familiares, promove ambientes seguros e trabalha na prevenção ao uso de drogas, bullying, depressão, suicídio, exploração e violência sexual, sempre unido ao ensino da Palavra de Deus.
O objetivo não é apenas oferecer assistência social. É apresentar Jesus como aquele que transforma histórias, restaura famílias e dá esperança para o futuro.
Cada criança alcançada representa uma oportunidade de mudar o destino de uma família inteira.
As ofertas desta campanha permitem que esse trabalho continue alcançando milhares de crianças em todo o Brasil.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelas crianças em situação de vulnerabilidade.
- Investindo em ministérios infantis e projetos sociais.
- Incentivando voluntários para trabalhar com crianças.
- Apoiando os projetos de Missões Nacionais.
Motivos de oração
- Pelas crianças vítimas de violência e abandono.
- Pelas famílias em situação de vulnerabilidade.
- Pelos missionários e voluntários do Programa VIVER.
- Para que milhares de crianças conheçam Jesus ainda na infância.
“Quando uma criança conhece Jesus, sua história muda. E quando sua história muda, gerações inteiras podem ser transformadas.”
CIGANOS
Para que povos muitas vezes invisíveis sejam alcançados
Quando pensamos nos povos que ainda precisam ser alcançados pelo evangelho no Brasil, poucas pessoas se lembram dos ciganos. No entanto, eles fazem parte da nossa história há séculos e continuam vivendo entre nós, preservando suas tradições, seus costumes, sua forte identidade familiar e, em muitos grupos, um estilo de vida marcado pela mobilidade.
Estima-se que existam cerca de 1 milhão de ciganos no Brasil. Apesar dessa expressiva população, muitos permanecem invisíveis para a sociedade e, infelizmente, também para a igreja. Ao longo da história, esse povo enfrentou preconceitos, estereótipos e exclusão, o que dificultou o relacionamento, o acolhimento e até mesmo a evangelização.
A Revista da Campanha destaca que ainda existem poucos dados sobre a presença evangélica entre os ciganos, o que evidencia o quanto esse campo missionário ainda precisa ser desenvolvido. Evangelizar esse povo exige muito mais do que realizar visitas ocasionais. É necessário construir relacionamentos, conquistar confiança, respeitar sua cultura e compartilhar o evangelho de maneira sensível e contextualizada.
Reconhecendo esse desafio, Missões Nacionais desenvolve um trabalho missionário entre comunidades ciganas em diversos estados brasileiros, como Bahia, Sergipe, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Missionários e igrejas locais têm se aproximado dessas famílias, compartilhando a Palavra de Deus, discipulando novos convertidos e plantando igrejas entre esse povo.
Um marco importante dessa caminhada aconteceu em 2011, com a fundação da Primeira Tenda Batista, em São Paulo. Esse foi um passo significativo, demonstrando que o evangelho pode ser anunciado respeitando a identidade cultural dos ciganos e criando espaços de comunhão, discipulado e adoração.
Cada família alcançada representa uma vitória do Reino de Deus. O amor de Cristo rompe preconceitos, derruba barreiras e demonstra que nenhum povo está distante da graça de Deus.
As ofertas desta campanha ajudam missionários a continuarem esse trabalho, permitindo que mais comunidades ciganas conheçam Jesus.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelos povos ciganos.
- Combatendo preconceitos.
- Sustentando missionários que atuam nesse campo.
- Compartilhando essa realidade missionária com a igreja.
Motivos de oração
- Pelos missionários que trabalham entre os ciganos.
- Para que novas comunidades sejam alcançadas.
- Pelo fortalecimento das igrejas já existentes.
- Para que Deus desperte novas vocações para esse ministério.
“O evangelho é para todos os povos. Nenhuma cultura, nenhuma história e nenhuma pessoa está fora do alcance do amor de Deus. Que a igreja enxergue aqueles que tantas vezes passam despercebidos e anuncie a eles a esperança que há em Cristo.”
QUILOMBOLAS
Para que comunidades de resistência também ouçam
Ao longo da história do Brasil, muitas comunidades foram formadas por homens e mulheres que resistiram à escravidão e preservaram sua liberdade, sua cultura e sua identidade. Dessas comunidades nasceram os quilombos, que até hoje mantêm vivas importantes tradições e fazem parte da riqueza cultural do nosso país.
Segundo o Censo de 2022, o Brasil possui 1.327.802 pessoas quilombolas, distribuídas em 1.696 municípios. São comunidades presentes em diferentes regiões, muitas delas localizadas em áreas rurais ou de difícil acesso, onde ainda existem grandes desafios relacionados à educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento social.
No campo missionário, os quilombolas representam uma das grandes fronteiras para Missões Nacionais. Em muitas dessas comunidades ainda há pouca ou nenhuma presença evangélica permanente. Por isso, anunciar o evangelho exige proximidade, escuta, respeito e disposição para caminhar junto com as pessoas.
Evangelizar quilombolas não significa apagar sua história ou sua identidade. Pelo contrário, significa anunciar Cristo de forma contextualizada, permitindo que homens, mulheres, jovens e crianças experimentem a transformação que somente o evangelho pode realizar.
A Revista da Campanha destaca um importante avanço ocorrido em 2025, quando Missões Nacionais fortaleceu significativamente o trabalho entre a comunidade Kalunga, em Cavalcante, Goiás. Esse crescimento demonstra que Deus continua abrindo portas para que novas comunidades sejam alcançadas. No entanto, também nos lembra que milhares de quilombolas ainda aguardam alguém que lhes anuncie as Boas-Novas da salvação.
Cada igreja plantada em uma comunidade quilombola torna-se um lugar de esperança, discipulado, fortalecimento das famílias e proclamação do evangelho. Onde antes havia pouca presença cristã, nasce uma comunidade comprometida em viver e anunciar Jesus.
As ofertas desta campanha permitem que esse trabalho continue crescendo e que novas frentes missionárias sejam abertas.
Como a igreja pode participar?
- Orando pelas comunidades quilombolas.
- Sustentando missionários que atuam nesse campo.
- Divulgando essa necessidade missionária.
- Incentivando novas vocações para servir entre esse povo.
Motivos de oração
- Pela comunidade Kalunga e pelas demais comunidades quilombolas.
- Pelos missionários que atuam nesses locais.
- Pelo plantio de novas igrejas.
- Para que mais quilombolas conheçam a Cristo e se tornem discípulos.
“O evangelho chega com amor, respeito e presença. Que nenhuma comunidade quilombola permaneça sem conhecer a esperança que há em Jesus Cristo.”
Com esses oito textos, você terá um material para apresentar cada selo do termômetro. Eles mantêm o mesmo padrão de linguagem, aprofundam o conteúdo da Revista da Campanha 2026 e ajudam a igreja não apenas a acompanhar o crescimento das ofertas, mas também a conhecer melhor cada campo missionário, interceder por ele e renovar seu compromisso com a missão de fazer com que todo o Brasil ouça.
Deus abençoe a campanha em sua igreja!
Silvana S. P. Martines