PRISIONEIROS DA ESPERANÇA

BASE BÍBLICA: João 11. 43-44. E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora. E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto, envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.”

RECURSOS: rolo de corda ou barbante, ou fitas largas de tecido de mais ou menos um metro de comprimento. Rolo de papel higiênico.

OBJETIVO: O grupo/igreja repensará sobre a dificuldade de alguém libertar-se das drogas, do sentimento de culpa ou de circunstâncias de abandono social por conta própria.

TEMPO APROXIMADO DE DURAÇÃO: 15 a 20 minutos

DESENVOLVIMENTO:

O promotor inicia esclarecendo: A palavra esperança em hebraico (tiqvah) é a mesma para corda. Essas ideias estão associadas, no sentido de que esperar significa estar amarrado em Deus. Mas, muitas vezes, o ser humano se encontra tão amarrado pelo engano do pecado, que dificilmente consegue se desvencilhar sozinho dos seus erros. Daí a importância de agentes missionários ajudarem seus semelhantes a se libertarem de tudo o que os aprisiona ao mundo, aos vícios, às circunstâncias de vulnerabilidade.

A partir desse conceito, o promotor poderá desenvolver atividades que envolvam cordas ou outro tipo de amarração. Sugerimos, aqui, uma dinâmica que poderá transformar-se em uma boa reflexão para um momento missionário.

Dois participantes ou mais estarão de frente um para o outro. Um deles fica em posição de estátua, enquanto o outro vai amarrando o seu corpo lentamente, com corda ou com um rolo de barbante ou mesmo fita adesiva colorida. Quem está amarrando o outro estará vestido de roupa preta, representando o pecado. Vai dizendo frases semelhantes a essas:

“Eu sou o pecado. Você convive comigo o tempo todo, mas talvez não tenha reparado o poder que tenho sobre a sua vida. Eu gosto de imobilizar suas mãos, para que você não se esforce para reagir. Eu gosto de amarrar seus pés, para que não se levante ou para que tropece e permaneça estendido no chão. Eu gosto de sufocar até a sua mente, para que você pense que não existe mais esperança” (À medida que vai falando, o “pecado” vai olhando fixamente nos olhos do personagem oprimido e vai lançando sobre ele palavras de aprisionamento). Continua dizendo: “Sou eu quem permite que você passe por situações vexatórias, colocando até mesmo sentimento de culpa sobre sua mente, quando, às vezes, na verdade, você é apenas mais uma vítima de certas circunstâncias. Eu sou assim: tenho prazer em ver o ser humano, criado à imagem e semelhança do seu Criador, passando pelas situações mais adversas e constrangedoras, sem ter ninguém que o ajude”.

A pessoa que está sendo amarrada tenta se desatar, demonstrando que não consegue se soltar por si mesma. Nesse momento, entra um personagem vestido de verde e sai retirando as “amarras” do(s) “escravizado(s)” Pode ser utilizado um fundo musical.

O personagem de preto se contorce e vira uma estátua. O personagem que representa a esperança o cobre com um tecido vermelho, simbolizando o sangue de Cristo.

Esta é uma pantomima bem simples, mas que passa uma mensagem de otimismo e libertação.

A variante é imobilizar alguém utilizando um rolo de papel higiênico. O promotor ou outra voz de fundo vai pronunciando palavras de derrota, enquanto uma pessoa ereta, em posição vertical, vai sendo envolvida com o papel higiênico, com auxílio de fita crepe, sempre que houver necessidade. A voz oculta atormenta o personagem envolto em papel dizendo que veio para “roubar, matar e destruir” e que não existe esperança para aquele que está sendo enrolado.

Como o papel é fácil de ser rasgado, o personagem pode sair por seu próprio esforço ou pode ser desenrolado por um terceiro, que venha ao seu encontro e o ajude. O efeito de múmia é muito atrativo, principalmente para as crianças.

Pode-se também fazer referência à ressuscitação de Lázaro, que precisou de pessoas que o desatassem, por ordem do próprio Cristo (referência ao versículo base para esta atividade). Assim também atua o missionário, quando ajuda outros a se libertarem dos vícios, das situações de desamparo social, dos momentos de solidão, enfim, quando apresenta Jesus como a Única Esperança. Música de encerramento (Cante o Hino Oficial da Campanha) e oração pelos cativos. Intercessão para que Deus envie mais trabalhadores para a sua seara.

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