A Campanha

Divisa

“E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?

Romanos 10:14,15

Divisa

“E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?

Romanos 10:14,15

O Brasil é vasto, diverso e plural. Em sua imensa riqueza cultural e geográfica, ainda existem povos, comunidades e segmentos inteiros que jamais ouviram falar de Jesus. Essa realidade é um desafio inegociável para a igreja de Cristo em nossa nação. Enquanto houver pessoas sem a oportunidade de ouvir o evangelho de forma clara e contextualizada, nossa tarefa permanece incompleta e nossa responsabilidade, intransferível.

Entre os grupos menos evangelizados do Brasil, encontramos diferentes contextos que clamam por atenção missionária. 

O Brasil é vasto, diverso e plural. Em sua imensa riqueza cultural e geográfica, ainda existem povos, comunidades e segmentos inteiros que jamais ouviram falar de Jesus. Essa realidade é um desafio inegociável para a igreja de Cristo em nossa nação. Enquanto houver pessoas sem a oportunidade de ouvir o evangelho de forma clara e contextualizada, nossa tarefa permanece incompleta e nossa responsabilidade, intransferível.

Entre os grupos menos evangelizados do Brasil, encontramos diferentes contextos que clamam por atenção missionária. 

As comunidades ribeirinhas da Amazônia também revelam uma necessidade urgente.

Milhares de famílias vivem às margens de rios que se estendem por milhares de quilômetros, em lugares acessíveis apenas de barco. A ausência de igrejas locais faz desses territórios verdadeiros desertos espirituais. Plantar igrejas e enviar missionários ribeirinhos é estratégico, pois cada comunidade alcançada pode irradiar a mensagem para dezenas de outras ao seu redor.

As comunidades ribeirinhas da Amazônia também revelam uma necessidade urgente.

Milhares de famílias vivem às margens de rios que se estendem por milhares de quilômetros, em lugares acessíveis apenas de barco. A ausência de igrejas locais faz desses territórios verdadeiros desertos espirituais. Plantar igrejas e enviar missionários ribeirinhos é estratégico, pois cada comunidade alcançada pode irradiar a mensagem para dezenas de outras ao seu redor.

Os povos indígenas,

espalhados em centenas de etnias, continuam sendo um dos grandes campos missionários da nossa pátria. Muitos vivem em regiões remotas da Amazônia e do Centro-Oeste, alguns em isolamento voluntário, outros em aldeias com pouca interação com a sociedade. A barreira linguística e a distância dificultam o trabalho, mas não o tornam impossível. Cada etnia representa um povo amado por Deus e chamado a experimentar a salvação em Cristo.

 

Os povos indígenas,

espalhados em centenas de etnias, continuam sendo um dos grandes campos missionários da nossa pátria. Muitos vivem em regiões remotas da Amazônia e do Centro-Oeste, alguns em isolamento voluntário, outros em aldeias com pouca interação com a sociedade. A barreira linguística e a distância dificultam o trabalho, mas não o tornam impossível. Cada etnia representa um povo amado por Deus e chamado a experimentar a salvação em Cristo.

 

As comunidades sertanejas do Nordeste enfrentam pobreza,

isolamento e a dura realidade da seca. Muitos vilarejos e povoados não têm nenhuma igreja evangélica atuante. O sertão é um dos maiores desafios missionários do Brasil, mas também um dos mais promissores, pois cada igreja que nasce ali se torna fonte de esperança em meio à escassez.

As comunidades sertanejas do Nordeste enfrentam pobreza,

isolamento e a dura realidade da seca. Muitos vilarejos e povoados não têm nenhuma igreja evangélica atuante. O sertão é um dos maiores desafios missionários do Brasil, mas também um dos mais promissores, pois cada igreja que nasce ali se torna fonte de esperança em meio à escassez.

A comunidade surda também precisa estar em nossa prioridade missionária.

Estima-se que milhões de brasileiros ainda não tenham acesso ao evangelho em Libras, sua língua natural. Sem comunicação acessível, permanecem sem compreender a mensagem de Cristo. É urgente investir em obreiros capacitados, produzir materiais adequados e incluir de forma intencional os surdos na vida comunitária e no discipulado.

A comunidade surda também precisa estar em nossa prioridade missionária.

Estima-se que milhões de brasileiros ainda não tenham acesso ao evangelho em Libras, sua língua natural. Sem comunicação acessível, permanecem sem compreender a mensagem de Cristo. É urgente investir em obreiros capacitados, produzir materiais adequados e incluir de forma intencional os surdos na vida comunitária e no discipulado.

Também há grupos étnicos específicos e imigrantes que hoje encontram no Brasil um refúgio.

Haitianos, venezuelanos, bolivianos, sírios, árabes e africanos vivem em nossas cidades em condições de vulnerabilidade. Comunidades asiáticas, como japoneses e coreanos, também precisam de presença missionária intencional. O mundo está vindo até nós, e essa é uma oportunidade histórica de levar o evangelho às nações sem sair do Brasil.

Também há grupos étnicos específicos e imigrantes que hoje encontram no Brasil um refúgio.

Haitianos, venezuelanos, bolivianos, sírios, árabes e africanos vivem em nossas cidades em condições de vulnerabilidade. Comunidades asiáticas, como japoneses e coreanos, também precisam de presença missionária intencional. O mundo está vindo até nós, e essa é uma oportunidade histórica de levar o evangelho às nações sem sair do Brasil.

Além disso, não podemos ignorar as crianças em vulnerabilidade espalhadas pelo Brasil. 

Atualmente, metade das crianças e adolescentes do país são privados de direitos básicos para sobreviver e prosperar, e precisam ser alcançadas pelo evangelho que transforma e muda realidades.

Além disso, não podemos ignorar as crianças em vulnerabilidade espalhadas pelo Brasil. 

Atualmente, metade das crianças e adolescentes do país são privados de direitos básicos para sobreviver e prosperar, e precisam ser alcançadas pelo evangelho que transforma e muda realidades.

Os ciganos, presentes em vários estados, 

mantêm tradições fortes e, muitas vezes, um estilo de vida nômade. Isso os torna invisíveis para muitas igrejas. Evangelizá-los exige respeito, criatividade e perseverança, mas também a convicção de que o evangelho é para todos os povos.

Os ciganos, presentes em vários estados, 

mantêm tradições fortes e, muitas vezes, um estilo de vida nômade. Isso os torna invisíveis para muitas igrejas. Evangelizá-los exige respeito, criatividade e perseverança, mas também a convicção de que o evangelho é para todos os povos.

Por fim, entre os quilombolas,

descendentes de escravos que resistiram e preservaram sua herança cultural, o desafio também persiste. Muitos vivem em áreas rurais de difícil acesso, sem presença constante de igrejas evangélicas. Evangelizar os quilombos é um ato de compaixão e testemunho do amor inclusivo de Cristo.

Por fim, entre os quilombolas,

descendentes de escravos que resistiram e preservaram sua herança cultural, o desafio também persiste. Muitos vivem em áreas rurais de difícil acesso, sem presença constante de igrejas evangélicas. Evangelizar os quilombos é um ato de compaixão e testemunho do amor inclusivo de Cristo.

Todos precisam ser alcançados e acolhidos.

Esses grupos representam fronteiras missionárias dentro da nossa nação. 

Alcançá-los não é opcional, mas uma urgência do Reino. É obedecer radicalmente à ordem de Jesus de levar o evangelho a toda criatura. É garantir que ninguém viva e morra sem saber que há um Salvador. Precisamos de oração, obreiros dispostos, igrejas generosas e líderes comprometidos com essa causa. Nosso compromisso deve ser claro diante de Deus e da história: não descansar até que cada povo, cada comunidade e cada grupo do Brasil tenha sido alcançado pelo evangelho de Jesus Cristo. Ou veremos o Brasil alcançado, ou daremos nossas vidas tentando.

Esses grupos representam fronteiras missionárias dentro da nossa nação. 

Alcançá-los não é opcional, mas uma urgência do Reino. É obedecer radicalmente à ordem de Jesus de levar o evangelho a toda criatura. É garantir que ninguém viva e morra sem saber que há um Salvador. Precisamos de oração, obreiros dispostos, igrejas generosas e líderes comprometidos com essa causa. Nosso compromisso deve ser claro diante de Deus e da história: não descansar até que cada povo, cada comunidade e cada grupo do Brasil tenha sido alcançado pelo evangelho de Jesus Cristo. Ou veremos o Brasil alcançado, ou daremos nossas vidas tentando.

Texto retirado e adaptado do livro Conquistar a Pátria para Cristo: Ontem, Hoje e Amanhã.

Missões Nacionais
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.